Sodomia
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Sodomia é uma palavra originária de uma passagem bíblica usada para designar atos considerados imorais praticados pelos moradores da cidade de Sodoma, tipicamente associada ao sexo anal, seja este praticado entre dois homens ou entre um homem e uma mulher ou, até mesmo, sexo oral[1] [2] [3] [4]. Nos escritos, o "erro de Sodoma" é descrito em Ezequiel 16:49-50, onde o texto hebraico menciona "avon Sedom" (עֲוֹן סְדוֹם), traduzido como "a iniquidade de Sodoma", atos de imoralidade e violência sexual (tentativa de estupro homossexual coletivo), soberba, ociosidade, negligência para com os vulneráveis. [5] Por meio da leitura dos versículos orginais escritos em hebraico, temos, em análise morfológica e lexical:
[6]Avon (עָוֺן - léxico Strong H5771): Substantivo masculino. Significa iniquidade, culpa, perversão moral, distorção intencional ou o castigo resultante de um pecado. Diferencia-se de erros acidentais, denotando um desvio profundo e consciente do padrão de retidão.
[7]Sedom (סְדֹם - léxico Strong H5467): Substantivo próprio. Referência geográfica à cidade de Sodoma. No contexto de Ezequiel 16:49 ("Hinneh-zeh hayah avon Sedom..."), a expressão é utilizada para introduzir e definir a raiz categórica das falhas da cidade, especificando a natureza de sua culpa antes de listar os atos subsequentes (soberba, ociosidade, negligência). Esses atos denotam depravação, negligência, ganância e desumanidade, enfatizando violações éticas relacionadas à moral, à justiça e à hospitalidade.
Origem
[editar | editar código]A palavra sodomia tem origem no episódio da "Destruição de Sodoma", descrito na Bíblia, livro do Génesis, capítulo 19. Neste capitulo, é narrado que Deus enviou esses dois anjos disfarçados de homens humanos, para avaliarem a conduta de vida dos habitantes de Sodoma e Gomorra. Ainda no mesmo capítulo, é descrito que Deus agiu pelos habitantes de Sodoma, cujo "clamor [era] imenso, [agravando-se o seu pecado] extremamente." (Gen, 18, 20). Em Gênesis 19, todo o capítulo revela que o pecado de Sodoma estava relacionado à depravação e ao abuso/violência sexual, pois a tentativa dos homens da cidade de "conhecer" — neste contexto, o verbo hebraico "conhecer" (יָדַע / yada) adota evidente conotação sexual — os anjos disfarçados de hóspedes é o ponto central do relato, demonstrando uma clara transgressão contra a moral, respeito e hospitalidade ao estrangeiro por parte dos habitantes da cidade. Outros profetas, como Ezequiel, deixam claro que a destruição de Sodoma foi motivada pelas abominações cometidas pelos sodomitas. Em Ezequiel 16:49-50, são listados os determinantes da destruição: soberba, ociosidade, falha em assistir os vulneráveis e a execução de "abominação" (to'evah). Na Torá, este termo categoriza infrações morais severas, incluindo violações sexuais delineadas nos códigos de pureza (Levítico 18).[8] [9] Em Judas 1:7, já no Novo Testamento, designa-se a imoralidade sexual como a causa do julgamento pelo fogo. O texto aponta a "fornicação" desenfreada e a busca por "outra carne" (relações antinaturais e desvios da ordem sexual sancionada) como o motivo da condenação.[10] Com base nas escrituras canônicas, a destruição de Sodoma e Gomorra foi decretada por Deus devido a um acúmulo de iniquidades morais e sociais. Conforme Ezequiel 16:49-50, os pecados estruturais incluíam a soberba, a abundância de ociosidade, a avareza e a negligência absoluta para com os pobres e necessitados. Aliado a isso, os relatos de Gênesis 19 e Judas 1:7 evidenciam a depravação sexual extrema, caracterizada pela licenciosidade e pela busca ativa por relações antinaturais, neste contexto, homossexuais. Argumentadores revisionistas reduzem o pecado de Sodoma e Gomorra à inospitalidade. A ação descrita — tentativa de estupro coletivo homossexual — excede a mera quebra de protocolo de acolhimento. A aniquilação absoluta de duas cidades não se justifica metodologicamente apenas pela falha em receber estrangeiros. Apesar do acúmulo de múltiplas transgressões, a prática homossexual foi o vetor primário que determinou a destruição total das cidades e de suas populações com fogo e enxofre. A atual desolação geográfica da região reflete o evento. O juízo sobre Sodoma e Gomorra estabelece o paradigma teológico e histórico da condenação divina absoluta ao pecado, com ênfase específica na homossexualidade.[11]
Recorte do Capítulo 19 de Gênesis descrevendo todo o contexto (Gênesis 19 1-17 NVI):[12]
¹ Os dois anjos chegaram a Sodoma ao anoitecer, e Ló estava sentado à porta da cidade. Quando os avistou, levantou-se e foi recebê-los. Prostrou-se, rosto em terra,² e disse: "Meus senhores, por favor, acompanhem-me à casa do seu servo. Lá poderão lavar os pés, passar a noite e, pela manhã, seguir caminho. Não, passaremos a noite na praça", responderam.³ Mas ele insistiu tanto com eles que, finalmente, o acompanharam e entraram em sua casa. Ló mandou preparar-lhes uma refeição e assar pão sem fermento, e eles comeram.⁴ Ainda não tinham ido deitar-se, quando todos os homens de toda parte da cidade de Sodoma, dos mais jovens aos mais velhos, cercaram a casa.⁵ Chamaram Ló e lhe disseram: "Onde estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui fora para que tenhamos relações com eles".⁶ Ló saiu da casa, fechou a porta atrás de si⁷ e lhes disse: "Não, meus amigos! Não façam essa perversidade!⁸ Olhem, tenho duas filhas que ainda são virgens. Vou trazê-las para que vocês façam com elas o que bem entenderem. Mas não façam nada a estes homens, porque se acham debaixo da proteção do meu teto".⁹ "Saia da frente! ", gritaram. E disseram: "Este homem chegou aqui como estrangeiro, e agora quer ser o juiz! Faremos a você pior do que a eles". Então empurraram Ló com violência e avançaram para arrombar a porta.¹⁰ Nisso, os dois visitantes agarraram Ló, puxaram-no para dentro e fecharam a porta.¹¹ Depois feriram de cegueira os homens que estavam à porta da casa, dos mais jovens aos mais velhos, de maneira que não conseguiam encontrar a porta.¹² Os dois homens perguntaram a Ló: "Você tem mais alguém na cidade — genros, filhos ou filhas, ou qualquer outro parente? Tire-os daqui,¹³ porque estamos para destruir este lugar. As acusações feitas ao Senhor contra este povo são tantas que ele nos enviou para destruir a cidade".¹⁴ Então Ló foi falar com seus genros, os quais iam casar-se com suas filhas, e lhes disse: "Saiam imediatamente deste lugar, porque o Senhor está para destruir a cidade! " Mas eles pensaram que ele estava brincando.¹⁵ Ao raiar do dia, os anjos insistiam com Ló, dizendo: "Depressa! Leve daqui sua mulher e suas duas filhas, ou vocês também serão mortos quando a cidade for castigada".¹⁶ Tendo ele hesitado, os homens o agarraram pela mão, como também a mulher e as duas filhas, e os tiraram dali à força e os deixaram fora da cidade, porque o Senhor teve misericórdia deles.¹⁷ Assim que os tiraram da cidade, um deles disse a Ló: "Fuja por amor à vida! Não olhe para trás e não pare em lugar nenhum da planície! Fuja para as montanhas, ou você será morto![13]
De acordo com a narrativa, as duas cidades foram destruídas pelo Senhor que fez cair do céu uma "chuva de enxofre e de fogo" (Gen 19, 24), pouco depois do episódio descrito.
Interpretação do Contexto Bíblico e Conclusão
[editar | editar código]A destruição de Sodoma e Gomorra decorreu de uma corrupção moral sistêmica, na qual a prática homossexual operou como um dos fatores culminantes para o juízo divino. Textos proféticos como Ezequiel 16:49-50 e Isaías 1:10-17 documentam uma estrutura de iniquidade embasada na soberba, ociosidade, hipocrisia religiosa e total negligência para com os pobres e vulneráveis. Contudo, o relato primário de Gênesis 19 define a imoralidade sexual, especificamente a perversão homossexual, como o ápice dessa depravação que tornou irreversível a condenação das cidades.
A exegese bíblica classifica a homossexualidade como pecado e abominação moral, conforme estabelecido na legislação de Levítico 18:22 e 20:13. Em Gênesis 19, a exigência coordenada dos homens de Sodoma para violentar sexualmente os mensageiros divinos materializa essa abominação. Embora a cidade acumulasse as iniquidades descritas pelos profetas, a tentativa de consumar relações carnais entre homens constituiu um motivador central da aniquilação. A inospitalidade consistiu no cenário de ruptura moral onde a transgressão sexual primária e antinatural foi exigida.
No Antigo Oriente Próximo, a hospitalidade era uma obrigação moral rigorosa. A narrativa bíblica, no entanto, eleva a condenação de Sodoma além da simples violação de um código cultural de acolhimento, focando na subversão da ordem sexual estabelecida por Deus. A agressão aos estrangeiros atinge sua gravidade teológica máxima não pela mera recusa de proteção, mas pela intenção deliberada e coletiva de submeter os hóspedes masculinos à prática homossexual coercitiva.
O episódio em que Ló oferece suas filhas virgens à multidão (Gênesis 19:8) demonstra a prioridade extrema da proteção ao hóspede na antiguidade. A rejeição categórica dessa oferta pela população masculina comprova a natureza exata do pecado de Sodoma. A recusa ao intercurso com mulheres evidencia que a motivação dos habitantes não era um ímpeto genérico de violência ou domínio, mas uma busca estrita por relações contrárias à ordem biológica e criacional, correspondendo à condenação neotestamentária sobre o abandono do uso natural detalhada em Romanos 1:26-27.
Reduzir o evento de Sodoma apenas a um "estupro coletivo inóspito" desconsidera a ontologia da condenação bíblica. A mobilização de "todos os homens da cidade, desde o moço até o velho" (Gênesis 19:4) atesta a corrupção totalitária da população focada no ato homossexual. A doutrina do Novo Testamento sela esta interpretação: Judas 1:7 afirma explicitamente que Sodoma e Gomorra se entregaram à fornicação e foram "após outra carne", estabelecendo que a busca sexual antinatural foi a infração que resultou no julgamento direto pelo fogo eterno. [14] [15] [16] [17]
História
[editar | editar código]Nos séculos anteriores ao século XIX, não havia a categoria homossexual, que viria a surgir com o discurso médico. Até então, existia a figura do sodomita, que não era uma categoria identitária, mas alguém que cometia o ato da sodomia. Para compreender como e por que houve esta transição de concepção enquanto ato para identidade sexual, temos que percorrer o caminho da construção da categoria homossexualidade através da história.[18]
Na Inglaterra, durante o governo de Henrique VIII, a bestialidade foi considerada crime passível de pena de morte, permanecendo assim até 1861. Bestialidade era definida como qualquer ato contra a natureza (sodomia), fosse entre homens e homens, homens e mulheres, homens e animais [19] coloca que o ponto importante desta lei é o de que ela fala de atos e não de pessoas, ou seja, a sodomia não estava vinculada a um determinado tipo de pessoa, mas era vista como um comportamento possível a qualquer indivíduo.
Fazia-se a distinção entre dois tipos de sodomia, a sodomia própria, praticada homem com homem ou homem com mulher e a sodomia imprópria, praticada entre duas mulheres. Se fosse provada a culpa do denunciado, prendia-se somente os que houvessem cometido a sodomia própria.
A sodomia brasileira na primeira visita no Santo Ofício no Brasil, foi realizada pelas Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia, que não o relaxava o braço secular para se executar a pena capital, já que a Santa Igreja não poderia manchar seu nome com sangue. Apenas a sodomia própria era castigada com a prisão e sobre a sodomia imprópria, não foi escrita uma só linha que mencionasse algum tipo de pena a ela, dando-se a entender que tanto o Santo Ofício, como os teólogos, padres e o próprio autor dessa obra, que baseou esse título nas Constituições do Santo Pio V, ignoraram e fizeram vista grossa a sodomia cometida entre mulheres. Diferentemente do que ocorre nas Ordenações Filipinas, nas quais a punição para o crime de sodomia se estendia tanto aos homens quanto às mulheres que o cometessem entre si, mesmo sendo prevista na teoria, na prática isso não ocorria. Também nas Ordenações se previam a morte dos culpados, fato esse que não ocorria as Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia, em que apenas o culpado de sodomia própria era preso.
Tanto nas Ordenações Filipinas como nas Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia, não há nenhuma explicação que indique de que maneira poderia se dar a sodomia, seja entre homens, seja entre mulheres ou até mesmo entre um homem e uma mulher. Outro fato bastante notório é que já naquela época (séculos XVI, XVII e XVIII), existia uma grande preocupação em condenar as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Exemplo disso, são as previsões que as Ordenações Filipinas e as Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia fazem ao pecado da molície, caracterizando-o como masturbação entre homens ou entre mulheres. E se existia tamanha preocupação é porque com certeza havia também uma enorme incidência desses casos.
A sodomia feminina sempre foi tratada como um tema ambíguo e os inquisidores nunca conseguiam chegar a um consenso sobre como ela poderia ser praticada entre mulheres. Por isso, em 1640 as relações sexuais entre mulheres passaram a não mais pertencer à alçada inquisitorial.[20]
No século XVIII, havia dois tipos de corpos (homem e mulher) e três tipos de gênero (masculino, feminino e sodomita), uma vez que o sodomita experienciava seus desejos como resultado de educação ou socialização corrompida, não devido a uma condição do corpo.[21] Na sociedade burguesa emergente daquele século, o sodomita tinha importância, pois garantia a manutenção das relações de poder entre homens e mulheres, já que destacava o comportamento sexual (desejo por homens, sentido por sodomitas e mulheres) como marca de diferença de gênero (homens só desejavam mulheres). Isso nos remete a Laqueur (apud Nunan, 2001:8), que estabelece que a busca por estabelecer diferenças só ocorreu porque "essas diferenças se tornaram politicamente importantes."
Embora houvesse o sodomita, este era única e exclusivamente pautado no comportamento sexual, não existindo, ainda, a categoria homossexual. Esta só viria a surgir no século XIX, com o discurso médico. Foi depois do advento da separação da medicina geral do corpo da medicina do sexo, com a publicação, em 1846, da Psychopatia Sexualis, de Heinrich Kaan, que passou a vigorar "um domínio médico-psicológico das 'perversões', que viria a tomar o lugar das velhas categorias morais de devassidão e da extravagância".[22]
A análise do desenvolvimento histórico das categorias sexuais evidencia uma transição terminológica, mas não altera a substância teológica da condenação bíblica. A exegese não depende das construções sociológicas ou médicas de identidade formuladas a partir do século XIX, mas foca na materialidade do ato proibido.
Nesse contexto, faz-se necessária o entendimento de cada termo com base em seu contexto histórico próprio. Sendo assim, faz-se necessário compreender que as Escrituras não operam com o conceito moderno de "orientação sexual"; elas legislam sobre a conduta moral. O que a psiquiatria do século XIX tentou catalogar como "perversão", e o que o ativismo do século XX consolidou como "identidade homossexual", o texto bíblico condena no nível do ato sob terminologias específicas de seu tempo:
- Antigo Testamento (Hebr. To'evah): Em Levítico 18:22 e 20:13, a interdição não avalia a autopercepção do indivíduo. A lei foca no comportamento objetivo: um homem deitar-se com outro homem é classificado como abominação (to'evah).
- Novo Testamento (Grego Arsenokoitai e Malakoi):
- Em 1 Coríntios 6:9 e 1 Timóteo 1:10, o apóstolo Paulo utiliza o termo arsenokoitai (uma junção de "homem" e "cama"). Esse neologismo paulino deriva diretamente da tradução grega da Septuaginta (LXX) para as proibições de Levítico. Refere-se inequivocamente ao parceiro ativo na relação homossexual.
- O termo malakoi (literalmente, "macios" ou "efeminados") complementa o quadro, sendo amplamente entendido no grego da época para referir-se ao parceiro passivo em tais interações carnais.
- Romanos 1:26-27: Aborda tanto o ato masculino quanto o feminino (correspondendo ao que os tribunais seculares mais tarde chamariam de "sodomia própria" e "imprópria"), definindo a substituição da relação heterossexual ("uso natural") pela prática homossexual como infração direta à vontade criacional de Deus.
Portanto, a evolução secular que transformou o "sodomita" (focado no ato) no "homossexual" (focado na identidade) não modifica a hermenêutica bíblica. A condenação das Escrituras permanece aplicável às práticas hoje denominadas homossexuais. A Bíblia julga a materialidade da transgressão (o abandono da ordem natural pautada no casamento heterossexual), independentemente dos rótulos clínicos ou identitários que a sociedade moderna utilize para classificar tais indivíduos. [23] [24] [25]
Ver também
[editar | editar código]Referências
[editar código]- ↑ «Definition of SODOMY». www.merriam-webster.com (em inglês). Consultado em 28 de agosto de 2025
- ↑ «Sodomia». Michaelis On-Line. Consultado em 28 de agosto de 2025
- ↑ «Sodomia». Dicio, Dicionário Online de Português. Consultado em 28 de agosto de 2025
- ↑ S.A, Priberam Informática. «sodomia». Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Consultado em 28 de agosto de 2025
- ↑ «Bíblia Online - Leia, Pesquise e Estude a Bíblia em Diversos Idiomas». Bíblia Online. Consultado em 28 de agosto de 2025
- ↑ «Avon - Blue Letter Bible». Blue Letter Bible. Consultado em 13 de abril de 2026
- ↑ «Sedom - Blue Letter Bible». Blue Letter Bible. Consultado em 13 de abril de 2026
- ↑ Poli, Jonas Ernesto. «NEPE SEARCH - Bíblia Interlinear - Ezequiel 16:50 - com sua tradução direto do Hebraico». NEPE SEARCH. Consultado em 28 de agosto de 2025
- ↑ «Levítico 18 (ACF) - Bíblia Online». Consultado em 13 de abril de 2026
- ↑ «Judas 1:7 - Bíblia Online». Consultado em 13 de abril de 2026
- ↑ «Qual foi o pecado de Sodoma e Gomorra?». Got Questions. Consultado em 13 de abril de 2026
- ↑ «Bíblia Online - Leia, Pesquise e Estude a Bíblia em Diversos Idiomas». Bíblia Online. Consultado em 28 de agosto de 2025
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- ↑ Porto, Lorena (2 de março de 2020). «Hospitalidade nos tempos bíblicos». Bíblia Fácil
- ↑ «Qual foi o pecado de Sodoma e Gomorra?». Got Questions. Consultado em 13 de abril de 2026
- ↑ «Por que Deus destruiu Sodoma e Gomorra». Respostas Bíblicas. Consultado em 13 de abril de 2026
- ↑ «A destruição de Sodoma e Gomorra». Sociedade Bíblica do Brasil
- ↑
- ↑ Weeks ([1996]1997: 45)
- ↑
- ↑ Trumbach (1992: 96)
- ↑ (Foucault, [1978]2005: 111)
- ↑ «É verdade que a Bíblia condena a homossexualidade?». BBC News Brasil. 10 de junho de 2023
- ↑ «Homossexualidade na Bíblia». Wikipédia
- ↑ «Bíblia Online». Bíblia Online