André Lima – Poeta bissexto. Receptáculo constante. Humorista em um escritório de advocacia. Homem sério da comédia. Cantor de três acordes (ou menos!). Falante-cantante. Especialista em polêmicas inócuas e estéreis. Um curioso em questões políticas e produtivas. Graduado em Letras (Português / Literatura), pós-graduado em Língua Portuguesa / Gramática – Produção de Textos.
Josefina Neves Mello – Nasceu em Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro. Escreve desde pequena. Mora em São José dos Campos (SP), onde leciona língua portuguesa, compila textos, faz traduções para o espanhol e, é claro, escreve prosa e versos. Teve alguns trabalhos publicados em jornais e revistas, sendo que o “Poema” em homenagem a Adélia Prado consta do livro “Mulheres de São José – Antologia Poética”, organizado por Celso de Alencar.
Líria Porto – é poetisa e professora em Minas Gerais. Atualmente, reside em Belo Horizonte. Em seu espaço na Internet tanto mar, a autora poetiza suas origens, se autodefinindo: erva daninha: de araguari transplantei-me para belo horizonte e espalhei raiz.
Lissandro Garrido – Designer e fotógrafo formado pela escola de comunicação e artes da Cidade. Desenvolve um livro que documenta a Ação do projeto de humanização, na Praça Mauá, e um documentário sobre o Afoxé Filhos de Gandhi, do Rio de Janeiro.
Márcia Barroso –
Paulo Roberto Felipe –
Thiago José Diogo Alves Oliveira – Professor, formado em letras, participou de algumas rodas de leitura de poesia e literatura, organizou outras e não dispensa uma boa conversa sobre o tema.
Tyno Ypióca – Nascido no estado do Ceará, Tyno Ypióca é o pseudônimo de Alan Silva, jornalista de formação e praticante de Stand Up Comedy, textos rasteiros e piadas ácidas. Tyno Ypióca é um produto etílico dos escritos do Barão de Itararé, Stanislaw Ponte Preta e Antonin Artaud. Uma de suas características é a de estar sempre à frente de sua época, pois, enquanto todos andam com a cabeça na lua, ele já visa Saturno para poder usar os anéis como adornos. Profissionalmente lançou os vídeos “Pare de beber fumando” e “Pare de fumar bebendo”, que mexem com sua verve social e humanitária.
Wendel Freire –
Zenilda Lua – Paraibana de Patos, tem coração sertanejo e desde a primeira infância rascunhava poemas. Apreciadora atenta das leituras de cordel. Em 1992 migrou para São José dos Campos(SP), em busca de um amor prometido. Esse amor vingou e deu flor(a Brisa), e a trouxe para mais perto dos poetas, trovadores, músicos, filósofos, palhaços, compositores, musas, bailarinas que completam hoje seu universo. Com suas saias coloridas, espanta a sisudez dos dias árduos…sempre sorridente, adora escrever cartas de amor. Vive para os amigos, a família, e especialmente para o pai da Brisa, a quem(todos os dias) se declara apaixonada.
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